À espera

As trevas estão por aí, escondidas,
À espera que eu apague a luz
Para se lançarem sobre mim.

Adolfo Luxúria Canibal, Maria, Oh Maria (Corações Felpudos, 1990)

4 comentários em “À espera”

  1. Nem comentei aqui, pois isto de manifestar opiniões, tem que se lhe diga. Não acha?
    Pelo sim, pelo não fui ver quem era o Adolfo Luxúria Canibal.
    E não é que fiquei abismada? Um homem tão charmoso, tão cheio de estilo, um jurista e vocalista de uma Banda tão conhecida…porque carga d’água terá adptado peudónimo tão carregado de sombras? Adolfo…luxúria…e canibal? É demais!

    1. Seja na sua obra poética, seja nas suas crónicas ou mesmo no seu discurso oral, não há muitos que tratem a língua portuguesa tão bem como Adolfo Luxúria Canibal (Luxúria por parte da mãe, Canibal por parte do pai). Um destes dias ainda escreverei algumas palavras sobre tão ilustre personagem.

      1. Escreva, sim, por favor.
        Vou gostar muito de ler, tenho a certeza de que ficarei culturalmente mais enriquecida.

        Obrigada pela saborosa e sã gargalhada que me fez soltar, com a origem dos apelidos do ilustre personagem, Adolfo.

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