Ouço com frequência, vindos do prédio em frente, os berros de um maldito fedel… quero dizer, os trinados de uma adorável criancinha. Fico sempre na dúvida se aquilo é birra – ou possessão…
um blogue pessoal de João Sousa
Ouço com frequência, vindos do prédio em frente, os berros de um maldito fedel… quero dizer, os trinados de uma adorável criancinha. Fico sempre na dúvida se aquilo é birra – ou possessão…
Olá…não sei porque colocou reticências em fedelho.
Acha que é palavrão? Eu acho que não.
Depois, isso dos trinados é para o canto melodioso dos pássaros, não para os gritos de uma criancinha, que tanto pode ter dores de barriga, ser birrenta ou possessiva e habituada a obter o que quer pela exaustão de quem a ouve. Tudo depende da idade da criancinha. Um NÂO, vigoroso e firme talvez resultasse.
Lá está, tudo depende da idade do fedelho…
Boa semana!
Aquelas reticências são um artifício discursivo, para representar hesitação perante um lapso freudiano. Porque estes pequenos textos também são exercícios de narrativa.
🙂 Se há coisa que eu nunca escondi na minha vida real, e em algumas caixas de comentários por essa blogosfera, é o meu desejo de distanciamento social em relação a esses projectos de gente.
Boa semana.
Andam por todo o lado. Parecem porcos a guinchar num matadouro.

É o que mais se vê e ouve por aí. São filhos de gente que nunca recebeu a devida educação e como tal, jamais poderá transmiti-la aos seus filhos. Raras são as vezes que não andam aos berros a exigir e a incomodar tudo e todos com o beneplácito de um par de néscios que julgam resolver tudo, enfiando-lhes um telemóvel nas mãos para se calarem um segundo. São os que vão à escola bater nos professores quando o filho é ordinário e ainda vai para casa fazer queixinhas.
The Rise of Walmart People
Quando eu era novo, se um miúdo chumbava, levava dos pais. Parece que hoje, se um miúdo chumba, são os professores que levam dos pais.