As mulheres segundo Paul Pavilly

(…) Como estava decidido a não ir sozinho a Itália, propus-me viajar em companhia do meu amigo Paul Pavilly.

Já conhecem o Paul, para quem o mundo e a vida se reduzem a uma coisa: a mulher. Há muitos homens assim. A sua existência poetiza-se, ilumina-se com as mulheres. O mundo só é tolerável porque existem nele mulheres, o Sol brilha apenas para as iluminar e valorizar, e o ar respira-se com prazer porque lhes afagou as faces e lhes roçou pelas cabeleiras.

(Guy de Maupassant, “As Irmãs Rondoli”)

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