Li algures que a Autoridade Tributária, em litígio com uma contribuinte, penhorou umas peças de lingerie que ela adquirira numa loja online. Nós já sabíamos isto: se a líbido do Fisco é despertada por um pequeno contribuinte, essa relação tende sempre a chegar à cópula – na qual, invariavelmente, o copulado é o contribuinte e o Fisco o copulador. Agora, perante a imagem de uma lingerie atirada com displicência para um qualquer canto dos armazéns alfandegários, fica-me também a ideia de que o Fisco nem sequer finge interessar-se nos preliminares.
Eu acho que alguém a vestiu de bom grado por lá… 😀