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Veja lá se, no tempo em que passava este anúncio na TV, ainda era muito jovem, não tinha nascido, ou, adolescente, sonhava com um carrito destes para passear com a namorada…
https://www.youtube.com/watch?v=Tr1ePFm2 RrQ
Boa noite.
Já me aconteceu começar a trocar “cromos” da infância com conhecidos. Há muitos que se lembram do “gasolina mal precisam, oficina nem falar” e alguns até respondem com “que diabo de negócio eu havia de arranjar”: forma-se logo ali uma espécie de irmandade entre nós. Referências comuns de cultura pop são um poderoso ingrediente para a criação de “laços tribais”.
Por outro lado, há um outro anúncio de parece ter desaparecido da memória colectiva: “não, estava a go-gozar co-com ele”.
Esse não sei qual é.
Agora o anúncio inesquecível de miúdos e graúdos, é o da miúda do gás.
https://www.youtube.com/watch?v=q8t8cZh2 mX4
Quem não? Duplamente inesquecível. Pela miúda e pelo tema musical…
O anúncio do “gozar” era do Trinaranjus de limão. Nunca o consegui encontrar no Youtube.
Ah, a rapariga do gás. Um colega meu passou, sem exagero, duas semanas a azucrinar-me a paciência: “O quê, ainda não viste a miúda do gás? Tens que ver a miúda do gás. Como é que ainda não viste a miúda do gás?” Eu raramente via televisão em directo, era por isso, gravava o que queria ver para passar por cima da publicidade.
Mau!!! Afinal, agora viu ou não viu a miúda do gás?
Está difícil admitir…
🙂 Ah sim, ao fim das duas semanas de assédio do meu colega pude dizer-lhe que, finalmente, tinha visto a tal rapariga do gás e que, sim senhor, conseguia compreender o porquê de comoção tão generalizada.
Penso até que vi primeiro a publicidade numa revista. Li algures que a Galp gastou mais dinheiro na promoção da nova garrafa do que no seu desenvolvimento.