(*) Com a chuva a martelar os vidros, do que me havia de lembrar…
2 comentários em “Masoquismo(*)”
Engraçado…já eu, quando a chuva me bate nas vidraças ou, à noite, nas persianas, nunca é na praia nem nas fogueias na areia, noite dentro, que me lembro. Devo concluir, então, que não sofro de masoquismo? É que tenho alturas na minha vida, em que me assalta a ideia de ser um pouco masoquista, quando insisto em dar “murro em ponta de faca”. O termo é abrasileirado, se não souber o que significa eu depois explico. 🙂
Pensar em praia durante chuva não é a única forma possível de masoquismo nas circunstâncias. Seguramente haverá outras formas de a pessoa se entregar a tal prática. E dar murros na ponta da faca (expressão tão eloquente e, contudo, sem equivalente directo – que eu saiba – em inglês) é exercício a que, acredito, quase todos se entregaram pelo menos uma vez na vida. Até vou mais longe: mostrem-me alguém que nunca o tenha feito e será alguém em quem não poderei confiar por inteiro.
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Engraçado…já eu, quando a chuva me bate nas vidraças ou, à noite, nas persianas, nunca é na praia nem nas fogueias na areia, noite dentro, que me lembro.
Devo concluir, então, que não sofro de masoquismo?
É que tenho alturas na minha vida, em que me assalta a ideia de ser um pouco masoquista, quando insisto em dar “murro em ponta de faca”.
O termo é abrasileirado, se não souber o que significa eu depois explico. 🙂
Boa noite!
Pensar em praia durante chuva não é a única forma possível de masoquismo nas circunstâncias. Seguramente haverá outras formas de a pessoa se entregar a tal prática. E dar murros na ponta da faca (expressão tão eloquente e, contudo, sem equivalente directo – que eu saiba – em inglês) é exercício a que, acredito, quase todos se entregaram pelo menos uma vez na vida. Até vou mais longe: mostrem-me alguém que nunca o tenha feito e será alguém em quem não poderei confiar por inteiro.