Estes dias de Setembro, quando as tardes já adormecem frescas, parecem-me agora o fim de algo. Não o fim de algo que aconteceu, nem sequer o fim de algo que poderia acontecer – apenas o fim de algo que nunca acontecerá.
Quando são oito e a escuridão já cobre as janelas, Setembro anuncia-me as longas noites em que é impossível fugir às memórias.