Apesar de tudo, mantenho alguma flexibilidade nesse aspecto. Acho que há, considerando a ergonomia, uma diferença entre ver um vídeo manhoso de uma peixeirada gravada numa qualquer repartição de finanças que alguém publicou no Facebook (a esmagadora maioria dos casos de que me queixo) e ver um filme completo no telemóvel. Há anos – ainda antes da generalização destes smartphones actuais, com ecrã FullHD e Retina e tão grandes que se confundem com tablets -, deparei-me no metropolitano com alguém a ver um Senhor dos Anéis no telefone. Pateta…
Nalguns casos é simplesmente má – ou ausência de – formação. Outros são o que chamo “trolls sociais”, gente que estica os limites do aceitável na certeza de que o verniz de civilidade nos impele a evitar uma acção mais directa – independentemente da razão estar do nosso lado.
Noutros tempos, talvez menos civilizados mas, seguramente, menos hipócritas, muitos destes “trolls sociais” acabariam com umas boas bengaladas a aquecerem-lhes as costas.
Acho que em certa medida é o que acaba por fazer falta! Alguém sem medos nem complexos, que ponha os pontos nos is e faça as pessoas perceber que há regras para viver em sociedade, e quem não as cumpre vai ter de se responsabilizar pelas suas acções!
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É tudo deles… :s
São momentos que fazem espernear o troglodita que há em mim.
Tira qualquer um do sério… :s
Coisas que me tiram do sério: pessoas que veem vídeos no telemóvel… com ou sem auscultadores!
Apesar de tudo, mantenho alguma flexibilidade nesse aspecto. Acho que há, considerando a ergonomia, uma diferença entre ver um vídeo manhoso de uma peixeirada gravada numa qualquer repartição de finanças que alguém publicou no Facebook (a esmagadora maioria dos casos de que me queixo) e ver um filme completo no telemóvel. Há anos – ainda antes da generalização destes smartphones actuais, com ecrã FullHD e Retina e tão grandes que se confundem com tablets -, deparei-me no metropolitano com alguém a ver um Senhor dos Anéis no telefone. Pateta…
São pessoas que como ninguém lhes diz nada acham que podem fazer basicamente o que bem quiserem!
Irritam-me solenemente!
Nalguns casos é simplesmente má – ou ausência de – formação. Outros são o que chamo “trolls sociais”, gente que estica os limites do aceitável na certeza de que o verniz de civilidade nos impele a evitar uma acção mais directa – independentemente da razão estar do nosso lado.
Noutros tempos, talvez menos civilizados mas, seguramente, menos hipócritas, muitos destes “trolls sociais” acabariam com umas boas bengaladas a aquecerem-lhes as costas.
Acho que em certa medida é o que acaba por fazer falta!
Alguém sem medos nem complexos, que ponha os pontos nos is e faça as pessoas perceber que há regras para viver em sociedade, e quem não as cumpre vai ter de se responsabilizar pelas suas acções!