Por vezes, há gralhas que até compreendo o porquê de terem acontecido. A esta, por mais que pense, não consigo encontrar qualquer lógica interna.
6 comentários em “Uma ameação deve ser uma ameaça mais veemente”
Não é uma ‘alarvidade facebookiana’ das que costumo partilhar, mas é uma ‘alarvidade telejornaliana’ e cada vez vêem-se mais e piores. Estas, quanto a mim, ainda são mais graves. A causa é a mesma de sempre, apesar de ninguém o querer reconhecer. O ensino em Portugal está pelas ruas da amargura e é para continuar. Caso contrário, como é que os rurais, os lentos e os lelés da cuca conseguiam votos? Cumprimentos.
Fazendo uma busca na internet, encontrei algumas (poucas) ocorrências da palavra, a maioria aplicada em Direito, e a esmagadora maior parte destas em sites do Brasil. Mesmo assim, o único dicionário onde a vi referenciada foi a Infopédia – e a Infopédia está muito longe de ser um sítio onde eu vá procurar certezas lexicais. Nem o Michaelis a tem. Mas, que diabo, mesmo se a palavra estivesse inscrita em todos os dicionários, desde os Lilliput até ao Houaiss – isto é usar um (suposto) substantivo no lugar de um verbo! E aqui não há a desculpa do Acordo.
🙂 Normalmente, são os donos dos caniches que me fazem impressão. Os cães, coitados, não têm culpa de terem nascido assim e, ainda por cima, os vestirem com aquelas fatiotas.
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Não é uma ‘alarvidade facebookiana’ das que costumo partilhar, mas é uma ‘alarvidade telejornaliana’ e cada vez vêem-se mais e piores. Estas, quanto a mim, ainda são mais graves.
A causa é a mesma de sempre, apesar de ninguém o querer reconhecer. O ensino em Portugal está pelas ruas da amargura e é para continuar. Caso contrário, como é que os rurais, os lentos e os lelés da cuca conseguiam votos?
Cumprimentos.
Fazendo uma busca na internet, encontrei algumas (poucas) ocorrências da palavra, a maioria aplicada em Direito, e a esmagadora maior parte destas em sites do Brasil. Mesmo assim, o único dicionário onde a vi referenciada foi a Infopédia – e a Infopédia está muito longe de ser um sítio onde eu vá procurar certezas lexicais. Nem o Michaelis a tem. Mas, que diabo, mesmo se a palavra estivesse inscrita em todos os dicionários, desde os Lilliput até ao Houaiss – isto é usar um (suposto) substantivo no lugar de um verbo! E aqui não há a desculpa do Acordo.
Um ameação sempre deve ter mais impacto do que uma simples ameaça…😁
Sim, o “ão” tende a dar mais força ao que se diz. É por isso que um caniche faz “béu béu” e um pastor-alemão faz “ão ão”.
Só agora – com a sua explicação – descobri a razão da minha aversão por caniches… [>;P]
🙂 Normalmente, são os donos dos caniches que me fazem impressão. Os cães, coitados, não têm culpa de terem nascido assim e, ainda por cima, os vestirem com aquelas fatiotas.