Há alguns anos, li que Magritte tinha o hábito de pedir a amigos que lhe dessem o nome para um quadro recém-pintado que eles ainda não tinham sequer visto, e depois divertir-se a ler as explicações dos críticos para o significado desse título (que era, na realidade, completamente aleatório). Não sei se isto é factual ou apócrifo e nunca foi o meu objectivo ir tão longe. No entanto…
Já antes escrevi aqui num comentário que a liberdade permitida por não me impor uma linha editorial definida é não ter que existir uma lógica narrativa no blogue. Isso estende-se, em grande medida, à relação entre títulos e textos. Há títulos com uma relação quase matemática com o conteúdo. Outros, seriam completamente entendíveis apenas por um trio de pessoas (eu incluído). Em alguns casos, no título está o realmente importante. Outras vezes são puzzles propositados. E outras, como agora, é um título que surge de repente, fruto de uma bizarra associação de ideias originada pelo conteúdo do post e que pode nem fazer muito sentido – mas que, para uma parte recôndita do meu cérebro, era tão cartesiana na sua lógica que o gritou para eu ouvir (tornam-se um puzzle acidental).
(O título é uma frase do filme Sunset Boulevard. Se pesquisar no Youtube, encontrará facilmente a cena – clássica – onde é dita.)
Percebi perfeitamente a sua ideia e, deixo-me ficar embalada pelo terrível pensamento de quão pouco eu sei navegar nos mares da subtileza e, sobretudo, naquilo que parecendo ser uma coisa é outra completamente diferente. Afinal, o título faz todo o sentido sem, no entanto, fazer aqui sentido nenhum.
Fotogradada com um smartphone Nokia lançado há quase nove anos (comprei-o há sete). Recordo-me de as câmaras da Nokia serem consideradas das melhores do mercado mas surpreendo-me sempre com os detalhes que consegue apanhar, mesmo eu não sabendo o que fazem os poucos controlos que tenho à disposição. É certo que tenho de tentar um punhado de vezes para sair uma focada a estas distâncias tão curtas. Mas, caramba, é um smartphone com quase nove anos e da parte barata do catálogo da Nokia.
Antes dos iPhone, também só tive Nokia. Nem valia a pena pensar em alternativas. A melhor máquina fotográfica é sempre aquela que temos à mão e esse Nokia Lumia 620 serviu na perfeição.
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…e porquê Cecil B DeMille? Acho que é a este cineasta que se refere.
Não pode ser o Tarantino? Ao menos esse ainda está vivo…
Detesto aranhas, não as temo, detesto-as. No entanto, vi duas veses o fime «Aracnofobia». 🙂
Cruzes!!! Deixe que corrija estas gaffes antes que aquele seu amigo cá venha e comece a dissertar sobre a ignorância… do pessoal.
* Vezes e filme, obviamente.
🙂
Há alguns anos, li que Magritte tinha o hábito de pedir a amigos que lhe dessem o nome para um quadro recém-pintado que eles ainda não tinham sequer visto, e depois divertir-se a ler as explicações dos críticos para o significado desse título (que era, na realidade, completamente aleatório). Não sei se isto é factual ou apócrifo e nunca foi o meu objectivo ir tão longe. No entanto…
Já antes escrevi aqui num comentário que a liberdade permitida por não me impor uma linha editorial definida é não ter que existir uma lógica narrativa no blogue. Isso estende-se, em grande medida, à relação entre títulos e textos. Há títulos com uma relação quase matemática com o conteúdo. Outros, seriam completamente entendíveis apenas por um trio de pessoas (eu incluído). Em alguns casos, no título está o realmente importante. Outras vezes são puzzles propositados. E outras, como agora, é um título que surge de repente, fruto de uma bizarra associação de ideias originada pelo conteúdo do post e que pode nem fazer muito sentido – mas que, para uma parte recôndita do meu cérebro, era tão cartesiana na sua lógica que o gritou para eu ouvir (tornam-se um puzzle acidental).
(O título é uma frase do filme Sunset Boulevard. Se pesquisar no Youtube, encontrará facilmente a cena – clássica – onde é dita.)
Percebi perfeitamente a sua ideia e, deixo-me ficar embalada pelo terrível pensamento de quão pouco eu sei navegar nos mares da subtileza e, sobretudo, naquilo que parecendo ser uma coisa é outra completamente diferente.
Afinal, o título faz todo o sentido sem, no entanto, fazer aqui sentido nenhum.
Obrigada.

Uma Gloria Swanson de impor respeito.
Fotogradada com um smartphone Nokia lançado há quase nove anos (comprei-o há sete). Recordo-me de as câmaras da Nokia serem consideradas das melhores do mercado mas surpreendo-me sempre com os detalhes que consegue apanhar, mesmo eu não sabendo o que fazem os poucos controlos que tenho à disposição. É certo que tenho de tentar um punhado de vezes para sair uma focada a estas distâncias tão curtas. Mas, caramba, é um smartphone com quase nove anos e da parte barata do catálogo da Nokia.
Antes dos iPhone, também só tive Nokia. Nem valia a pena pensar em alternativas.
A melhor máquina fotográfica é sempre aquela que temos à mão e esse Nokia Lumia 620 serviu na perfeição.
Há três anos, descobri não ser ainda o último utilizador de Windows Phone no país. Hoje, questiono-me já se serei o último no mundo.
Acho muito bem 🙂
If it ain’t broke, don’t fix it.
Enquanto as coisas me servem, também não me desfaço delas só porque há novidades no mercado.