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“Ainda falta muito para chegar à água?” – pergunta desolada a tartaruga-de-orelha-vermelha. *
Essa secura não é o seu habitat, pobrezinha…
* Não senhor, não sou entendida nestas bichezas…pesquisei!
Normalmente, vai hibernar debaixo de uma árvore ao pé do tanque. No fim de Setembro, vá lá saber-se porquê, foi-se enterrar num sítio bastante mais afastado. E agora andava por lá, com ar meio atarantado, até que foi posta na água. Mas iria lá ter por ela mesma, mais cedo ou mais tarde. As pessoas que não estão habituadas a estes bichos não têm noção do quanto são capazes de andar, e de quão depressa o podem fazer.
Desculpe-me, João.
Quis fazer um pouco de humor com o facto de ter pesquisado este tipo de tartarugas e acabei por fazer papel de idiota. No fundo, sinto-me uma perfeita palerma.
Desculpe!
De modo algum pretendi desmerecer o seu interessante instantâneo.
Infelizmente, nem sempre as palavras nos saem de acordo com o que sentimos e pensamos.
Desejo-lhe um excelente domingo e igual semana
??? Pedir desculpa? Agora sinto-me como quando entrei numa sala de teatro e a peça já ia a meio.
Bom Domingo.
Se a peça já estivesse a acabar é que não entenderia nada do enredo, penso que a meio ainda deve ter dado para perceber alguma coisa. Espero que lhe agora tenha sido igual…
Aquela não percebi, até por haver um simbolismo na cor da roupa da protagonista que mudava ao longo da peça.
Já agora, também sei muito pouco sobre o bicho. Até recentemente, nem sabia sequer se era macho ou fêmea. Quando alguém me perguntava, respondia sempre que tem um péssimo feitio: por isso, devia ser fêmea… 🙂