Chego meia-hora adiantado ao cemitério onde vou assistir a um funeral. Para fazer algum tempo, aguardo um pouco no jardim que fica do outro lado da rua. Uns metros à minha frente, um casal sentado na relva beija-se abraçado. A morte de um lado, a vida do outro e uma estrada pelo meio. É capaz de haver uma metáfora escondida nisto.
Há sim, seguramente…