[Delicatessen de Caro e Jeunet]
Categoria: cinema
“… I make friends…”
Cenas clássicas [3]
[Halloween de John Carpenter]
My name is Bellucci…

Q: Bond has actually become a bit more chivalrous in the most recent films, hasn’t he?
DC: That’s because we’ve surrounded him with very strong women who have no problem putting him in his place.
Q: And this time you’ve gone one better, showing 007 succumbing to the charms of an older woman.
DC: I think you mean the charms of a woman his own age. We’re talking about Monica Bellucci, for heaven’s sake. When someone like that wants to be a Bond girl, you just count yourself lucky!
(excerto de uma entrevista a Daniel Craig)
The Red Drum Getaway
“Jimmy was having a rather beautiful day until he bumped into Jack and things got weird.” Para os admiradores de Kubrick e Hitchcock, isto é uma pequena delícia.
Cenas clássicas [2]
[Ronin de John Frankenheimer]
Cenas clássicas [1]
[The Limey de Steven Soderbergh]
Wes Craven (1939 – 2015)

Por tentar fugir de uma política que anda tão mal frequentada, tenho-me escondido de jornais, televisões, rádios, fóruns e o que mais existe. Como dizia um meu professor, se se ganha por um lado, o mais provável é que se perca noutro. Soube há pouco, graças a uma conversa ouvida no cacilheiro, que Wes Craven morreu há duas semanas.
Wes Craven é, para muitos, um dos grandes realizadores do cinema de Terror. Eu acho estas etiquetas sempre redutoras: ele foi, sim, um grande realizador que se manifestou, em grande parte da carreira, através do Terror. Mas mais do que isso, talvez até mais importante para aqueles que tiveram o prazer de o ouvir, conhecer e trabalhar com ele, Wes Craven também foi uma excelente pessoa, cordial, educado e com genuína humildade.
A verdade da mentira
Confesso nunca ter compreendido o relativo desinteresse a que é votado True Lies, mesmo entre os fiéis de Cameron e Schwarzenegger. Há um par de dias, cortesia de um conhecido que me emprestou o DVD, revi-o e reforcei a minha opinião: tecnicamente competente (como é habitual em Cameron); genuinamente divertido (como não é, de todo, habitual em Cameron); actores em grande forma (Schwarzenegger está descontraído, Bill Paxton é soberbo como um Casanova de pacotilha e até Tom Arnold faz boa figura); e está repleto de pormenores que, se não foram improvisados, foram muito bem pensados.
A única explicação que encontro é: os nerds. Estes são tão obcecados com a ficção científica e a tecnologia que James Cameron lhes serve copiosamente, quer na forma quer no conteúdo, que se desinteressam de um filme que não contenha robots, naves espaciais, navios CGI ou gatos azuis.
Roddy Piper (1954-2015)
Soube há pouco, mais de uma semana depois de suceder, que Roddy Piper morreu. Desconheço a sua obra no Wrestling e, da carreira de actor, só o vi no carpenteriano They Live. Contudo, bastou este filme, e em particular o excerto que se segue, para merecer a minha estima incondicional.
