Vagueou com dificuldade pelo quarto, examinando um livro aqui, uma cassete, um micromagneto. Ela até tinha um brinquedo que falava. “Era como uma criança”, pensou, “realmente não é uma pessoa adulta.”
Curioso, ligou o brinquedo falante.
– Olá! – exclamou ele. – Sou Charley Alegre e estou nitidamente sintonizado no seu comprimento de onda.
– Ninguém com o nome de Charley Alegre esté sintonizado no meu comprimento de onda – disse Jason.
Philip K. Dick, Vazio Infinito